segunda-feira, 21 de setembro de 2009




A saudade é tanta que a cada dia se agiganta
Saudade bem sei, do que nem toquei
Saudade em fim, do que não ví
Do que só senti, à distância
Tão grande distância.
Mas agora que nada tenho aquele pouco me
parece tão tudo...

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

CARINHO PRO GRANDE AMOR!



Olá meu grande amor.
Vim, só para te beijar nessa manhã
E te deixar um carinho!

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009




EU TE AMO TANTO, que nem sei respirar quando te vejo aqui.
Saudade do tempo em que todo dia te reverenciava com amor.
Saudade do tempo em que te ver aqui, te imaginar, era como
te abraçar. Que eu te sentia como se pudesse te amar aqui.
Sempre te amarei. Na verdade te adoro. E te beijar é meu sonho
maior.

sábado, 25 de outubro de 2008

TE AMO *** Marferart









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ENCONTROS



ENCONTRO DOS DIGNOS
(Luiz Islo Nantes Teixeira)

Um homem só, na noite vazia, nao necessita de cama
Se ele nao tem alguem que o ama
E se sua cama ainda esta vazia
Ele necessita o toque suave de uma mão
Que recolha as suas lagrimas de solidão
E lave de seu rosto toda agonia.
Uma mulher só, na noite vazia, nao necessita de beijos
Se estes beijos vem dos vis desejos
Dos que a farao sentir-se mais triste
Ela necessita de alguem que busca o amor
Que ja amarga ha muito tempo uma dor
Para apagar a saudade que existe.
Este homem e esta mulher
Precisam um do outro
Mas nao escrevo o destino
Mas posso procura-la onde estiver
E descobrir tamanho tesouro
Por que eu sou este homem só e peregrino
Duas pessoas que se libertam das noites frias
So precisam amar-se nas caricias sadias
E nao se preocuparem mais com o tempo
Pois agora eles possuem uma cama cheia
Os carinhos invejando a vizinhanca alheia
E o amor como o melhor sentimento.

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AMOR... * de Marferart


Amor...
É você que está aí?

Há folhas em meu coração...
Quanto tempo esperando.
Porque demorou tanto?
Onde estavas ontem?

O vento varreu o verão...
Eu aprendo cantando.
Porque voltas vez em quando?
E, depois, sorri e some

Detesto você...
De belo só tem o nome!
Um solo de saxofone

Amor...
É o seu nome, não é?
Doce, qual nome de mulher...

AO MEU AMOR *** Marferart



















Omeu amor tem esse jeito que é só seu

De enfeitiçar meus pensamentos

De invadir meus sentimentos

De me tomar nos braços

Prometendo abraços

E dar-me segurança, me fazer só seu.



















O meu amor tem tais trejeitos

Pra me mostrar bem claro

Que o que vivo agora é um momento raro

Pois todo o ruím em mim secou

Novas pétalas, foi tudo o que brotou

Folhas novas nascem em profusão

Com exuberância em meu coração

O meu amor é assim

Achado encontrado por mim

Carne de minha paixão

Ao sul do meu coração

É esse o meu monumento

Guardadinha lá em Livramento.


sexta-feira, 24 de outubro de 2008

NOSSOS FLUÍDOS *** Marferart


Noer

AMAR E SER AMADO
(Castro Alves)

Amar e ser amado! Com que anelo
Com quanto ardor este adorado sonho
Acalentei em meu delírio ardente

Por essas doces noites de desvelo!
Ser amado por ti, o teu alento
A bafejar-me a abrasadora frente!

Em teus olhos mirar meu pensamento,
Sentir em mim tu’alma, ter só vida
P’ra tão puro e celeste sentimento

Ver nossas vidas quais dois mansos rios,
Juntos, juntos perderem-se no oceano
Beijar teus dedos em delírio insano

Nossas almas unidas, nosso alento,
Confundido também, amante amado
Como um anjo feliz... que pensamento!?


VELHA CANÇÃO
(Menotti Del Picchia)

Não penses que não te espero
na aparente indiferença.
Essa fingida descrença
só disfarça desespero.

Se a falsa máscara fria
pudesse quebrar essa ânsia
saberias que a constância
é meu pão de cada dia.

Um pudor duro e severo
esperar desesperado
é o que nutre este pecado
de querer como eu te quero.

Destarte - tímido louco-
não ouso sondar tua alma
e nessa sofrida calma
dia a dia morro um pouco.




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FLUÍDOS DA NOITE

Nesse jardim vi teus jasmins
Pelos vitrais do vizir
Querubins e esplendor
Não vá partir, mostra pra mim
Os teus ardis, tão sutis
Teus fluídos de amor

Luzes velozes, toques lascivos
Trilhos na chuva, poça em desnível
Mão que desliza sob o vestido
Pr’úmido ponto do teu sentido
Tenho “inda” tanto pra te contar
Chove tão frio na minha vida
A noite chora, é noite em mim
Noite vazia, cor de carmim
Curvas precisas, fruto proibido
Pêlos macios, língua no ouvido
Mão que desliza pro teu libido
Luzes tão frias, brandos fluídos


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CORPO

Quem explicaria?
O filho de Frigia,
Um protegido de Creso?
Quem compreenderia
Tal obra da Grécia
O disposto a sacrilégios
Seria de Delfos, um real Homero?
Não, não é um conto de Esopo
Esse que deita em outro
Que o esconde com denodo
Que o abafa como um fogo.
É sem esforço, dó ou arrojo
Com o vigor que vem do lobo
Se projeta esse teu corpo afoito

Porque tão envolto
Embora leve e solto
O que tão belo é?
Ah! Que visceral arroubo
Porque esse tamanho esforço
Que nos esconde a mulher?
Êxtase para entretenimento
Que bela nababia de Gento
O luxo que não freqüento
Mas que bem sei quem é...
O que nos deixa louco
É saber que esse corpo
De nós não se da fé.
Na tresloucada lucidez
O despimos para que a nudez
Nos fale do que é feito
Esse corpo que tem suas leis
E que leve como a timidez
Nos mantém longe do leito
Tão longe desse tenro peito
Peito que é causa e efeito
Do desejo que ora enfeito
Lutando pra ser cortês.