terça-feira, 29 de julho de 2008

























PORQUE EU TE AMO! Talvez nem te mereça, talvez. Sei que és especial, ave que voa Pluma que plana em relva úmida. Sei que és bela demais para mim. Talvez jovem demais para mim. Longíqua demais para mim. E eu com essas dificuldades todas que me cercam atualmente. Ontem achei um caminho profissional legal. Quero te contar! Talvez eu não seja a tua felicidade, mas sei que com certeza és a minha. Será que basta?


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Talvez eu não possa te dar os jardins que desejo dar.
Talvez não tenha tempo de te realizar sonhos tão lindos.
Talvez eu não possa arrancar-te os risos que quero arrancar.
Talvez eu não possa ser
o teu amor querido.

Mas saiba que eu estou fazendo fôrça, buscando rumos
Rezando até, por caminhos que levam à diante, com fé.


(obs.: À cima vemos flores de Nova Friburgo/RJ e S. do Livramento/RS, sorrindo e no banco)

sábado, 26 de julho de 2008





Vejo que amas botas
Eu que amo teus pés
Amo tudo que gostas
Porque amo tudo que és

Quando chegar o dia
De te ajudar descalçar
Talvez em noite fria
Sei que vou amar

Morder teus pés de pele macia
E com calma tanta poder beijar
Teus pés e tudo que quiseres dar...

sexta-feira, 25 de julho de 2008














Quando Vinícius escreveu esse poema,
Sabia de nós?
Nos via, quando sentia essa emoção?
Terá escrito para o meu, para o seu coração?
Não sei, mas quando o descobri, foi imensa a emoção...

Por isso repasso à você.

Porque foste na vida
A última esperança
Encontrar-te me fez, criança

Porque tu eras minha
Sem eu saber sequer
Porque sou o teu homem
E tu minha mulher

Porque tu me chegas-te
Sem me dizer que vinhas
E tuas mãos foram minhas,
Com calma

Porque foste minh’alma
Como um amanhecer
Porque foste o que tinhas
De ser...

Beijos.



quinta-feira, 24 de julho de 2008















COCHICHOS DE AMORES


Poder falar coisas pecaminosas, baixinho, em murmúrio
Arrepiar
o todo e tornar rijo o que é doce
Roçar os pés, esbarrar as mãos, olhar nos olhos
Romper a barreira sutil da incerteza, da insegurança
Que antecede o primeiro e inesquecível beijo

Reparar nas reações do corpo tão puro
Descobrir que não há mais tempo, o dia é hoje
Escrever nossos momentos sublimes em ricos portfólios
Levar teu hálito e os outros cheiros como as melhores lembranças
E repetir exaustivamente (até aprender) o sagrado beijo


Pedir tua mão pra sempre e não mais devolver o todo
Te abusar, devagar, sem espantar, de forma a ser eterno
Poder contar à luz da lua, os pêlos tênues que o vento elevando, do sul, toca
Massagear teus pés, enrubescer tuas coxas e contemplar o pudor
E agora me dar conta, que tão deveras tonta me juras que estás pronta

Com tal sofreguidão, te invadir de modo a esquecer que mordo
As loucas e sensíveis partes que sonhei em ver assim tão perto

E por ter esse universo de prazer em minha boca
Te lambuzar o prazer e incendiar de vez o nosso amor
E agora que os delicados espasmos, arroubos de prazer, são de perder a conta

Percebo que começamos a nos amar de fatos para todo o sempre

segunda-feira, 21 de julho de 2008

EXIBIDA (Porém gostosa)

É, tá Provocante, sensual, mexe com o libido e a imajinação
Dá pra suar. E pensar: diabos, onde pego um avião?
Dá tesão. Na imaginação até ejaculação.

O moço também gostou.
Não o culpo, ninguém é de ferro...

Ter uma mulher assim é preciso saber, suportar o berro,

De quem passa e diz com malícia, "que delicia!!!"

Pois delícia é. Mas pra ele, que seja sòmente como a brisa

Que vem do continente e passa direto, para depois retornar (qual barco)
Já que pertence ao grande, ao forte e rumoroso MAR (co).
Comentários sempre ão de existir

Visitantes do porvir, que não ão de ferir
Sedentos daqui e dalí
E se levarem a melhor, que eu saiba sorrir...

Mas talvez chegue o dia em que se ponha um fim nisso

Em que se cubra esse umbigo, se apare o sorriso
E se rasgue essa página, se dê um sumiço
Nessa exibição de feitiço



















Tá me dando nos nervos
Eu, que vinha trazendo em segredo
Agora entrego os pontos, cedo
Não é pavor. É só medo.
Mas até lá... Há que se suportar!
Fingir que nada se vê, cantarolar
Esperar, rezar, sonhar...

sexta-feira, 18 de julho de 2008





Noer:

Onde Você Vê...

Onde você vê um obstáculo,
alguém vê o término da viagem
E o outro vê uma chance de crescer.

Onde você vê um motivo pra se irritar,
Alguém vê a tragédia total
E o outro vê uma prova para sua paciência.

Onde você vê a morte,
Alguém vê o fim
E o outro vê o começo de uma nova etapa...

Onde você vê a fortuna,
Alguém vê a riqueza material
E o outro pode encontrar por trás de tudo, a dor e a miséria total.

Onde você vê a teimosia,
Alguém vê a ignorância,
Um outro compreende as limitações do companheiro,
percebendo que cada qual caminha em seu próprio passo.
E que é inútil querer apressar o passo do
outro, a não ser que ele deseje isso.

Cada qual vê o que quer, pode ou consegue enxergar.

"Porque eu sou do tamanho do que vejo.
E não do tamanho da minha altura."

(Fernando Pessoa)

O AMOR QUE EU TENHO



"O Amanhã sempre traz uma aurora,
um sopro de esperança,
um gesto de ternura."












segunda-feira, 7 de julho de 2008

ESQUECEU-ME?




Não me ama mais?
Esqueceu-me, como o mar e o rio esquecem os corais
Como os barcos que se vão e, abandonam o cais
Como se esquece a falta que o amor nos faz?

Tiras de mim o chão, a mão da minha mão?
Arrancas as unhas que cravastes em meu coração
O sonho imenso de te sonhar com toda a emoção
Negas a mim esse rubro de tua blusa, como o rubro do Japão?

Digas para mim que não!
Que ainda és minha melhor canção...